Oficial de Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica de Indaiatuba-SP
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Cartório
A História do Cartório A Comarca de Indaiatuba foi instalada em 19 de dezembro de 1965. Até então, o município pertencia à jurisdição do sistema registral da Comarca de Itu e nessa época existia em Indaiatuba o Cartório do Registro Civil e Tabelionato, cujo titular era Luiz Teixeira de Camargo Junior. Com a instalação da comarca, foram criados o primeiro e o segundo ofícios, sobre os quais foi dado direito de escolha ao serventuário Luiz Teixeira de Camargo Junior, que optou pelo 1º Ofício, que incluía o Registro de Imóveis, Tabelionato* e os Cartórios do Júri, Criminal e de Menores, sendo nomeado para o 2º Ofício, que incluía Tabelionato, Registro de Títulos e Documentos, Protestos e Cível, Jurandir de Faria. José Rocha foi nomeado para o Tabelionato e Registro Civil, sendo sucedido por Vitor Ferreira Vitolo, que por sua vez foi sucedido por José Emygdio de Carvalho Filho, que responde como Oficial até os dias de hoje.

O primeiro registro efetuado na comarca data de 19 de janeiro de 1966, em função do período necessário à equipagem física do local (compra de livros, mobiliário, equipamentos, etc.).

Com a desistência de Luiz Teixeira de Camargo Junior, a titularidade do 1º Ofício passou para José Luiz Teixeira de Camargo, que permanece no cargo. No 2º Ofício, com o falecimento de Jurandir de Faria a titularidade passou para Sílvio Pitta. Com a aposentadoria compulsória deste aos 70 anos, conforme exigia a legislação da época, seu filho Sílvio Moreira Pitta assumiu interinamente o cargo até a realização do concurso que resultou na nomeação do oficial Nicanor Francisco Ferraz; após o falecimento deste, seu filho Washington Marco Ferraz assumiu o cargo de forma interina até a realização do concurso que resultou na nomeação do atual oficial, Márcio Pires de Mesquita.

*Antevendo conflito de interesses, o Poder Judiciário decidiu retirar do primeiro ofício as atribuições de tabelionato. Já com o objetivo de facilitar trâmites e a circulação de usuários, a Corregedoria decidiu concentrar nas dependências do Fórum os cartórios; com o crescimento da demanda, porém, o edifício tornou-se insuficiente em termos de espaço físico e os cartórios foram deslocados para imóveis localizados nas proximidades da sede do Judiciário local. 

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